Covid-19 e a eficácia do cronograma vacinal

Esta quinta-feira, 12/08, foi de grande pesar para a categoria artística e para os espectadores mais apaxonados por novelas. O ator Tarcísio Meira faleceu por conta de complicações da Covid-19 e o caso levantou questionamentos sobre a eficácia das vacinas imunizantes. Muitos se perguntam do porque, apesar de ter tomado as duas doses da vacina, o ator foi acometido pelo vírus e vencido pela doença?

 

 

A resposta, segundo pesquisadores e profissionais de saúde, é que fatores como idade (a partir dos 60 anos), doenças pré-existentes (como hipertensão e diabetes), problemas no funcionamento do sistema imunológico (quimioterapia, radioterapia), fazer uso medicações que baixam o sistema de defesa, e condições autoimunes, entre outras, permanecem sendo facilitadores ao vírus por diminuírem a eficácia das vacinas.

 

Não podemos esquecer que, como toda vacina, medicamento ou tratamento, e por mais segura e eficaz e essencial para o controle da pandemia, nenhuma vacina oferece 100% de proteção contra a evolução da covid-19. Aproximadamente 10% das pessoas vacinadas, se adquirirem o vírus, poderão evoluir para um caso mais grave e vir a falecer.

 

 

As vacinas tem por objetivo induzir a produção de anticorpos e a imunidade, porém cada organismo, com sua capacidade e características pessoais desenvolve e realiza o processo de imunização. Em geral, e como aconteceu com a também atriz e esposa de Tarcísio, Glória Menezes, o cronograma vacinal completo permite que, caso seja contaminado pelo vírus, as pessoas desenvolvam a doença com sintomas mais leves e com recuperação mais rápida.

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